Limites ao exercício das responsabilidades parentais em matéria de saúde da criança

Livro

O preço original era: 14,90 €.O preço atual é: 13,41 €.

10%
Disponibilidade
em stock
Adicionar aos Favoritos
Adicionar aos Favoritos
Partilhar:
Descrição

Os pais concebem a criança, permitem que ela nasça, cuidam dela, mas o filho não é uma parte dos progenitores, que lhes esteja inteiramente subordinado; é antes sujeito em si mesmo, ser autónomo.
Numa época em que se atribui discursivamente centralidade à criança, há exemplos de sacrifício da vida e de lesão do corpo da criança, por acção ou omissão dos pais, com o beneplácito de médicos, comissões de ética, Ministério Público e até tribunais. Se a sociedade já tem resposta pronta para as situações de recusa parental de transfusões de sangue, há, no entanto, outras situações em que a existência e a integridade física da criança são preteridas por vontade de adultos cuidadores – que, nomeadamente, se opõem a cirurgias de transplante de órgãos, com boas perspectivas de sucesso para o filho, ou exigem que sejam removidas partes do corpo da criança, sem indicação terapêutica. É, por isso, útil um esforço de sensibilização, que resulte em maior efectividade das normas de promoção e protecção.
A criança não pertence aos pais – nem mesmo quando pais e médicos estejam de acordo…

Sobre o Autor
Detalhes do Produto
ISBN 9789898951359
Editora Gestlegal
Data 2020/02/17
Edição 1.ª Edição
Página 148
Capa Capa mole
Coleção Monografias
Tema Direito da Família
Descrição

Os pais concebem a criança, permitem que ela nasça, cuidam dela, mas o filho não é uma parte dos progenitores, que lhes esteja inteiramente subordinado; é antes sujeito em si mesmo, ser autónomo.
Numa época em que se atribui discursivamente centralidade à criança, há exemplos de sacrifício da vida e de lesão do corpo da criança, por acção ou omissão dos pais, com o beneplácito de médicos, comissões de ética, Ministério Público e até tribunais. Se a sociedade já tem resposta pronta para as situações de recusa parental de transfusões de sangue, há, no entanto, outras situações em que a existência e a integridade física da criança são preteridas por vontade de adultos cuidadores – que, nomeadamente, se opõem a cirurgias de transplante de órgãos, com boas perspectivas de sucesso para o filho, ou exigem que sejam removidas partes do corpo da criança, sem indicação terapêutica. É, por isso, útil um esforço de sensibilização, que resulte em maior efectividade das normas de promoção e protecção.
A criança não pertence aos pais – nem mesmo quando pais e médicos estejam de acordo…

Sobre o Autor
Sobre o autor
Sobre os autores
ISBN 9789898951359
Editora Gestlegal
Data 2020/02/17
Edição 1.ª Edição
Páginas 148
Capa Capa mole
Coleção Monografias
Tema Direito da Família
Do mesmo Autor
Produtos relacionados
Compre online, escolha sites nacionais.